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    17ª LEGISLATURA 2017-2020
    Presidente Atual
    Milton Batista Nunes
Data: 17/08/2017 Hora: 09:00:00
História de Quintana
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        História da cidade

 

            Quintana recebeu status de município pelo decreto-lei estadual nº 14334 de 30 de novembro de 1944, com território desmembrado do município de Pompeia.

            Em 1916, a Companhia Paulista de Estradas de Ferro elaborou um projeto para prolongamento de seus trilhos, (implantados cinco anos depois), a partir de Piratininga, em direção ao rio Paraná. Nessa época, em virtude das facilidades proporcionadas pela Ferrovia, muitas famílias adquiriram terras ao longo da faixa entre os rios do Peixe e Feio, tendo um grupo de povoadores aí adquirido em 1918, uma gleba, onde fixaram-se por volta de 1923, estabelecendo lavouras cafeeiras e a criação de gado vacum e suíno.

            Destacaram-se entre os primeiros povoadores João VilladangosFrancisco Moreira SobrinhoSebastião Leme SoaresJosé Duarte MoreiraFortunato da Cruz CampanteDaniel Ragazzi, entre outros que fundaram uma pequena povoação de rápido crescimento, principalmente após a migração nordestina que adquiriu pequenas áreas das que foram loteadas.

            A capela erguida em louvor a São João foi inaugurada em 1936, e em 04 de janeiro de 1940 foi instalada a estação da Companhia Paulista, que seguindo sua tradição de nomear as localidades em ordem alfabética (AlbaBauru, etc.), a denominou Quintana, devido ter-se iniciado em uma pequena propriedade, que os antigos denominavam de "quintal" ou "pequena quinta" (fazenda), evoluindo depois para o topônimo "quintana".                  

            Como loteamento, que deu origem a Vila Santa Amélia, criado pela Sociedade Agrícola Resende ltda, grande número de casas fram construídas a fim de alojar os trabalhadores rurais que iam se empregar na fazenda de café da companhia.

 

Formação Administrativa

 

·         Distrito criado com a denominação de Quintana, por Lei Estadual nº 2642, de 15 de janeiro de 1936, no Município de Glicério.

·         Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, Quintana é Distrito judiciário do Município de Glicério.

·         Lei nº 2891, de 04 de junho de 1937, transfere o Distrito de Quintana do município de Glicério para o de Marília.

·         No quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o Distrito figura no Município de Marília.

·         Pelo Decreto-lei Estadual nº 9775, de 30 de novembro de 1938, o Distrito de Quintana foi transferido do Município de Marília para o Município de Pompéia, onde figura em 1939-1943.

·         Elevado à categoria de município com a denominação de Quintana, por Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, desmembrado de Pompéia, com Sede na Vila do mesmo nome. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 01 de janeiro de 1945.

·         No quadro fixado, pelo referido Decreto-lei Estadual nº 14334, para vigorar em 1945-1948, o município ficou composto do Distrito Sede e pertence ao têrmo e comarca de Pompéia permanece apenas com Distrito Sede, comarca de Pompéia.

·         No quadro fixado pela Lei Estadual nº 233, de 24-XII-1948 para 1949-1953, o município é constituído de 2 Distritos: Quintana e Pontana, pela Lei Estadual no 2456, de 30-XII-1953 que fixou o quadro territorial para 1954-1958, comarca de Pompéia.

·         Lei Estadual no 5285, de 18 de fevereiro de 1959, o Distrito de Pontana por extinto, indo seu território incorporado ao Distrito de Quintana. Pelo Acórdão do Supremo Tribunal Federal.

·         Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o município é constituído do Distrito Sede.

·         Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.

 

 

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